Video sobre o funcionamento de um variador de uma scooter automática
Scootering n° 189 de Jan/Fev 2002, by Sticky:









Apesar de já contar com 6 anos esta informação mantém-se bastante actual. As imagens dizem (quase) tudo a quem não souber a lingua de sua Magestade…
Uma boa ajuda para o tira-teimas…
São 2 DVD’s, um para Vespas outro para Lambrettas, apersentados pela Scooter Techniques.
Ambos os DVD’s focam a manutenção geral dos nossos veiculos “clássicos”. A Scooter Techniques prepara-se para lançar tambem 2 DVD’s sobre reparação dos motores de Vespa e Lambretta.
Mais pormenores em : http://www.scootertechniques.co.uk/index.html
Informação retirado do site:http://www.scootrichmond.com/cables.php
A housing which is too long can kink, introduce extra play, melt against the exhaust, or just make things feel loose. A cable which is too short
If you find that a housing is too long, you can cut it shorter, and replace the end cap.
Did I get the proper length cable for my scooter?
Having the correct length cables and housings will help your Vespa or Lambretta controls work properly.
may not fit, or may not leave enough room for adjustment. The best thing to do is make sure you have the right cable and housing lengths.
![]()
Vespa P
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
132cm
52″
pear or barrel
102cm+9cm
40″+3.5″
6mm
2mm
Clutch
191cm
75″
pear or barrel
157cm
62″
6mm
2mm
Gear (x2)
191cm
75″
barrel
165cm
65″
6mm
1.5mm
Choke
56cm
22″
none
48cm
19″
6mm
1mm
Rear Brake
98cm
38.5″
eyelet
66cm
26″
7.5mm
2.5mm
Throttle
168cm
66″
barrel+
157cm
62″
6mm
1.5mm
Fuel Line
61cm
24″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Oil Line
38cm
15″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/8″
Vespa Large Frame 10″
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
132cm
53″
pear or barrel
107cm
47″
6mm
2mm
Clutch
191cm
75″
pear or barrel
157cm
62″
6mm
2mm
Gear (x2)
191cm
75″
barrel
165cm
63″
6mm
1.5mm
Choke
56cm
22″
none
48cm
19″
6mm
1mm
Rear Brake
98cm
38.5″
none
71cm
28″
7.5mm
2.5mm
Throttle
168cm
66″
barrel+
157cm
62″
6mm
1.5mm
Fuel Line
61cm
24″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Vespa Large Frame 8″
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
127cm
50″
pear or barrel
112cm
42″
6mm
2mm
Clutch
175cm
69″
pear or barrel
6mm
2mm
Gear (x2)
175cm
69″
barrel
160cm
63″
6mm
1.5mm
Choke
56cm
22″
none
48cm
19″
6mm
1mm
Rear Brake
98cm
38.5″
none
71cm
28″
7.5mm
2.5mm
Throttle
barrel+
6mm
1.5mm
Fuel Line
61cm
24″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Vespa Small Frame
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
175cm
53″
pear or barrel
149cm
47″
6mm
2mm
Clutch
191cm
71″
pear or barrel
170cm
62″
6mm
2mm
Gear (x2)
179cm
715″
barrel
151cm
63″
6mm
1.5mm
Choke
56cm
22″
none
48cm
19″
6mm
1mm
Rear Brake
98cm
38.5″
none
71cm
28″
7.5mm
2.5mm
Throttle
55.5″
barrel+
52.5″
6mm
1.5mm
Fuel Line
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Lambretta Series I-II-II
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
175cm
69″
pear or barrel
149cm
58.5″
6mm
2mm
Clutch
224cm
88″
pear
170cm
67″
6mm
2mm
Gear (x2)
179cm
70.5″
barrel
151cm
59.5″
6mm
1.5mm
Choke
46cm
18″
mini barrel+slide
39cm
15.5″
6mm
1mm
Rear Brake
102cm
40″
none
69cm
27″
7.5mm
2.5mm
Throttle
137″
54″
barrel+ slide
127cm
50″
6mm
1.5mm
Fuel Line
20cm
8″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Lambretta GP
Cable Length
Barrel Type
Housing Length
Housing Diameter
Cable Thickness
Front Brake
170cm
67″
pear or barrel
144cm
56.5″
6mm
2mm
Clutch
224cm
88″
pear or barrel
170cm
67″
6mm
2mm
Gear (x2)
179cm
70.5″
barrel
151cm
59.5″
6mm
1.5mm
Choke
46cm
18″
mini barrel+slide
39cm
15.5″
6mm
1mm
Rear Brake
102cm
40″
None
69cm
27″
7.5mm
2.5mm
Throttle
132cm
52″
barrel+ slide
122cm
48″
6mm
1.5mm
Fuel Line
20cm
8″
n/a
n/a
n/a
n/a
1/4″
Pergunta:
As minhas mudanças saltam, em segunda e terceira, se estiver a puxar, a subir, por vezes as velocidades saltam….
Poderá ser o quê??
Resposta:
Jpsix_days: Por vezes a zona do interior do carreto onde a cruzeta engrena, também ganha desgaste, o que origina a que a mudança possa saltar, só, ou mais frequentemente numa certa mudança !!! Quando se repara o motor muitas pessoas não tomam atenção ao desgaste do interior do carreto e depois têm de abri-lo novamente !!
O perne de fixação e o fixador do selector de velocidades tambem ganham facilmente folga, o que pode fazer com que não exista uma precisão no meter e tirar as mudanças, por vezes reparar estas folgas pode minimizar um pouco o problema !!!
Pergunta:
E o que é o perne de fixação e o selector?
Resposta:
Bob:O selector é aquele papo de alumínio saliente que se aparafusa do lado do motor, onde vêm ter os dois cabos de mudanças (primeira foto). Acho que as folgas a que o Jpsix_days se refere são estas (fotos da Horta antiga, still kicking after all these years):
Localização do perno
Desgaste e ovalização no perno e balanceiro
1- Uma vez que faço o meu dia-a-dia com a mota e como ela costuma estar estacionada durante o dia perto da orla marítima, mesmo que abrigada, em media lavo-a uma vez por semana. Assim não se deixa acumular demasiado pó e sujidade, o que facilita cada lavagem e controla-se melhor o eventual desgaste e corrosão. Ter em atenção que o motor deve estar frio e a mota não deverá estar exposta ao sol, para o fazer…

2- Uma vez que o assento da Vespa apresenta uma forra peculiar, com diversas costuras expostas, aquando da lavagem, evito molhá-lo e para isso forro-o com um vulgar saco de lixo grande. Passo depois um pano molhado… Noutras motas costumava tapar o orifício do escape e até os canhões de chave, mas como a Vespa tem o escape numa posição muito baixa e com a saída voltada para baixo e tem o canhão de ignição na vertical, não vejo necessidade de o fazer…

3- Uma scooter como a Vespa, pelas suas características, é bastante fácil de lavar, utilizo a mangueira sempre com uma pressão moderada a leve, consoante as zonas, e faço-o de uma forma rápida. Evito dirigir o jacto de água para zonas mais sensíveis. Não utilizo máquinas de lavar à pressão…

4- Depois de molhada, passa-se à fase do sabão, costumo usar produtos específicos para automóveis, preferencialmente com cera. Para espalhar a espuma, faço-o primeiro com uma vulgar esponja para bebé para as superfícies pintadas e cromados, e depois com uma esponja mais resistente (pode ser um pedaço cortado de uma grande para carro) para as restantes partes metálicas, motor, rodas, etc. Começo sempre da frente para trás…

5- Volta-se a passar água para tirar todo o sabão e eventual sujidade que tenha ficado…
Normalmente após fazer isso, noutras motas, costumava por o motor a trabalhar, tanto para evitar possíveis problemas com infiltração de água nalgum componente, como para o calor libertado pelo motor ajudar na secagem. Actualmente já não o faço (ver passo 9)…

6- Passo então para a fase da secagem, utilizando um pano de micro-fibras (tipo turco) para o efeito, que apesar de muito mais caro que um pano tradicional de algodão, trás vantagens indiscutíveis tanto na capacidade de absorção de água, como ainda evita grandemente os riscos em superfícies mais sensíveis. Tenho sempre em atenção começar pelas “zonas limpas” (superfícies pintadas), para depois então passar às “zonas sujas” (partes metálicas inferiores, como, motor, rodas, etc.)…

7- Depois de toda seca e com um pano limpo, aplico nas superfícies pintadas, ópticas, painel de instrumentos, borrachas, etc., um spray à base de silicone, que pode ser tipo “cockpit spray”, ou algo do género, neste caso, uma cera, mais específica para pintura, mas em que a base é a mesma…

8- Com outro pano, que não precisa ser de micro-fibras, aplico também óleo WD-40, ou similar, em todos os restantes componentes metálicos da mota, com especial atenção para os cromados, que são peças mais sensíveis à corrosão, principalmente na zona das soldaduras… Se eventualmente sou obrigado a fazer mais uma lavagem, ou mais rápida do que o normal, salto estes dois últimos passos…

9- Da parte de lavagem e lubrificação está pronta, mas como referi no quinto passo, uma vez que já não a ponho a trabalhar antes de secar, faço-o agora, mas dou mesmo uma volta com ela até atingir a temperatura normal de funcionamento, para evitar ao máximo que fique qualquer água acumulada em locais que a vista não alcança, o que não fazia anteriormente…

10- Pode parecer um processo de lavagem algo complicado, ou demasiado minucioso, mas é muito simples, apenas metódico, como gosto…
Aqui está ela já lavada, lubrificada, de voltinha dada, a “repousar” na garagem… Processo concluído!
